Nome Completo: Junior Joe.
Idade: 28 anos.
Local de Nascimento: São Paulo – SP - Brasil

Histórico: Músico desde os 13 anos de idade, começou tocando bateria e se especializando em percussão chegando a tocar com Alejandro Sanz em sua apresentação em São Paulo para 20 mil pessoas no SESC Itaquera. Começou a cantar e a tocar violão logo depois em bares na capital e participou de diversas bandas.

A banda VIVA NOITE, surgiu da idéia de homenagear os anos 80 e todas as suas peculiaridades e vem desenvolvendo esse trabalho há três anos com irreverência e muita animação. Em fevereiro de 2005, a banda se incorpora ao programa PANICO NA TV e começa a se apresentar por todo território nacional.

1- Qual o principal divertimento da banda Viva Noite?

R. Sem dúvida nenhuma é estar sempre tocando em diversos lugares diferentes e para públicos diferentes.

2- Como é a convivência da banda com o pessoal do Pânico na TV?

R. A nossa relação com o pessoal do Pânico é super tranqüila, todos são demais e a cada programa nos divertimos juntos.

3- A quanto tempo a banda está reunida e como surgiu a idéia de ser uma banda trash?

R. A banda tem três anos aproximadamente. Nunca pensamos em formar uma banda “trash” e sim uma banda que tocasse músicas dos anos 80, época de nossa infância e adolescência. O termo “trash” surgiu através da mídia. Sempre fizemos isso antes dessa onda toda e da maneira que somos conhecidos.
Tudo isso começou em uma festa entre amigos na qual alguém encontrou uma fita K7 do grupo Dominó e colocou pra tocar. Nesse momento pudemos perceber que todos sabiam as letras das músicas e que “gostavam” delas. Quando a fita acabou, a festa praticamente acabou junto, daí a idéia que tem dado muito certo graças a Deus.

4- A idéia do Bozo surgiu como e quando?

R. A idéia do Bozo surgiu há dois anos e meio aproximadamente. Na verdade eu (Junior) e a Paquita (Gabi), assumíamos os papéis de Pablo (Programa Qual é a Música) e Marriete (Programa Domingo no Parque) e a cada show no Na Mata Café (SP), um “flyer” de divulgação era feito em cima de algum tema dos anos 80. Em um certo mês, o tema do “flyer” foi o palhaço Bozo e a idéia me veio na mesma hora, já que eu era um dos maiores fãs do palhaço ganhando até bicicleta no programa na corrida dos cavalos quando criança. Liguei pro pessoal da banda e mandei fazer a fantasia em segredo absoluto, só a par o pessoal da banda mesmo. No dia do show entramos com a vinheta do Bozo e da Paquita e foi demais, todo mundo parado e imóvel a cena nada comum há seis meses atrás. Depois disso tentamos a cada semana uma dupla de personagens da época, como: Chacrinha e Elke Maravilha, Dick Vigarista e Penélope Charmosa, Ronald Mc Donald e She-ra, Kiko e Chiquinha (Chaves), entre outros, porém, não surtiram o mesmo efeito mágico que o Bozo e a Paquita proporcionam.

5- Qual o prazer de se Ter uma banda e como é a vida na estrada?

R. Ter uma banda é demais. É um sonho de criança realizado, quando assistia meus irmãos mais velhos, músicos também, ensaiando com suas bandas.
A vida na estrada pra mim particularmente é a melhor. Na Van velha quebrando o cambio ou estourando o pneu na estrada ou no avião ou doble deck com camas frigobar e dvd, comendo pizza de brigadeiro com queijo ou na melhor churrascaria da região, com caixas de som de uva ou com os melhores monitores e equipamentos, em um quarto pra dez pessoas sem ar condicionado ou em um flat com piscina em frente à praia, pra cinco pessoas ou pra 10 mil, é sempre, eu disse sempre muito bom.

6- Você já passou por algum momento constrangedor como personagem Bozo?

R. Sempre. A cada show tem uma historinha. São mil e umas passadas de mão no meu sapato e nas bolas (da fantasia é claro), escorregões no palco, cabelo gigante que eu vivo batendo nos olhos das pessoas, “agarrões” desesperados das bozolettes (risos), entre outros. Na verdade o momento mais constrangedor e dolorido pra mim foi quando estava fazendo um show vestido de Ronald Mc Donald e resolvi pular de “Pogobol”. Tomei um tombo na terceira musica do show e quebrei o pulso tendo que ser levado imediatamente ao hospital vestido de palhaço. Quando cheguei na sala da emergência, os médicos de plantão já estavam com a maquina fotográfica na mão. Fiz duas cirurgias por causa disso e a cada cirurgia quando eu acordava tinha umas dez enfermeiras ao meu redor, tipo celebridade (risos).

7- Tocar no Madalena em Rio Claro é?

R. SUPER. É bom demais mesmo. O Madalena tem uma estrutura de som muito boa e uma equipe que trabalha lá de primeira, desde os seguranças até os donos.
Tem um clima saca? Uma energia, uma troca nossa com o público incrível. Rio Claro é uma das cidades que melhor nos recebe, e já temos muitos amigos ai. Pastel de feira as cinco da manhã ou um “esquenta” no postinho são sempre bem vindos (risos).



8- O que você quer ser quando crescer?

R. SOU E QUERO SEMPRE SER FELIZ.

» Entrevista a Enderson Rodrigues

 

Site: http://www.bandavivanoite.com.br